Arquivo para dezembro, 2007

Que noite é esta??

Posted in Formação on 23/12/2007 by Juliana

  Naquela noite…

 sagrada-familia-m.jpg

Naquela noite, um pobre saiu a implorar auxílio batendo de porta em porta:
— Socorrei-me, boas almas! Em casa acaba de nascer uma criança e eu preciso acender o lume para aquecer minha esposa e o pequenino. Dai-me um pouco de brasas, pelo amor de Deus!
Mas era alta noite. Toda a gente estava a dormir, e ninguém lhe respondia. De repente, o homem avistou, ao longe, um clarão e, caminhando para lá, encontrou uma fogueira acesa e, em volta dela, um rebanho de ovelhas e carneiros brancos a dormir, e um velho pastor a guardá-los, também mergulhado no sono.
Quando o homem que andava em busca de brasas chegou ao pé dos carneiros e das ovelhas, o soar dos seus passos acordou três canzarrões que dormiam aos pés do pastor. As largas bocas dos rafeiros abriram-se para ladrar; mas nenhum som saiu delas. O homem notou que o pelo dos ferozes animais se eriçava e que as suas presas aguçadas luziam ao clarão da fogueira. E todos os três se atiraram assanhados contra ele. Um abocanhou-lhe uma perna, outro um braço e o terceiro segurou-lhe a garganta; contudo, as mandíbulas dos três animais ficaram inertes e o homem não foi mordido.
Quis ele então aproximar-se mais do fogo, para de lá tirar algumas brasas. Mas os carneiros eram tantos e estavam deitados tão juntinhos que não havia como passar por entre eles. Foi-lhe forçoso pisá-los para avançar; e nenhum deles acordou, nem se mexeu.
Quando o homem chegou ao pé da fogueira, o pastor que dormitava em sua enxerga de peles ergueu-se impetuoso e irado. Era criatura ruim e mal-encarada. Ao ver ali o desconhecido, agarrou, lesto, uma enorme pedra e arremessou-a contra ele. O perigoso seixo partiu direto ao homem; quando, porém, ia atingi-lo, desviou-se e foi espatifar-se no chão.
Então o homem, aproximando-se do pastor, falou-lhe assim:
— Compadeça-se de mim, amigo, e deixa-me levar algumas brasas. Em minha casa acaba de nascer uma criança e eu preciso acender o lume, para agasalhar minha esposa e o pequenino.
O primeiro impulso do pastor foi o de uma recusa cruel; pensou, porém, nos cães que não tinham ladrado nem mordido, nos cordeiros que não tinham fugido, na pedra que não tinha querido ferir o homem. E sentiu um terror vago, indefinível.
— Leva o que quiseres. — respondeu secamente.
Ora, o lume estava agora quase a apagar-se. Nem ramos a arder, nem achas grandes. Só havia um monte de brasas miúdas, e o homem não tinha pá, nem qualquer coisa em que pudesse levá-las. Ao ver isto, o pastor repetiu:
— Podes apanhar as brasas que quiseres!
Mas, no íntimo, regozijava-se maldoso, certo de que o homem não podia levar um braseiro nas mãos nuas. Mas o outro se abaixou, afastou as cinzas, tomou de uma porção de carvões incandescentes e pô-los numa aba da esfarrapada túnica. E as brasas não lhe queimaram as mãos, não lhe queimaram a véstia e ficaram a brilhar nelas como rútilos rubis. E o desconhecido partiu.
O pastor, vendo tudo isto, disse para si:
— Mas, que noite é esta, em que os cães não mordem, os carneiros não se espantam, a pedra não fere e as brasas não queimam?
Foi ao encalço do homem e interrogou-o:
— Que noite é esta, em que até as próprias coisas se mostram inclinadas ao amor e à piedade?
O homem respondeu:
— É a noite de Natal, meu amigo. Jesus, Salvador, acaba de nascer…

Ser Fênix

Posted in Formação on 19/12/2007 by Juliana

fenix.jpg           Segundo a tradição egípcia, Fênix era uma ave fabulosa que vivia por muitos séculos e, se queimada, renascia das próprias cinzas. O termo “fênix” é usado também para falar de pessoas ou coisas raras.

           Eu gostaria de olhar para esta ave fabulosa como um sinal daquilo que pode e deve acontecer com aquele que deixa Deus curar seu coração.Algumas pessoas se derrotam antes mesmo das batalhas. Acreditam que vão perder e, lógico, acabam perdendo.

        O medo do fracasso é o fracasso antecipado! Por isso é preciso eliminar as emoções reprimidas, do contrário é impossível vencer os desafios que a vida vai nos oferecendo.Normalmente, não se consegue ficar tranqüilo diante de uma agressão ou injúria, justamente pelo fato da pessoa ofendida ter emoções retidas, principalmente se estas forem do mesmo gênero.

        Por exemplo: uma criança fica traumatizada porque na escola os colegas sempre zombam dizendo que ela é feia e tem pernas finas, além disso a mãe disse um dia que ela era mais feia do que a irmã. Com o passar do tempo, essa criança torna-se uma jovem, uma mulher e se ainda tiver com aquele trauma, qualquer alusão negativa que também lhe faça sobre sua beleza ou sobre suas pernas finas lhe doerá muito. Ela ficará triste, angustiada, talvez até se sinta derrotada ou desprezada.

        É que a ofensa atual mexeu com a emoção que ficou retida desde a infância.Se o pai sempre diz que o filho pequeno é burro, quando ele crescer e se tornar homem facilmente ficará ressentido se alguém duvidar de sua inteligência.                    

       Poderá passar a vida tentando provar que é inteligente. Outra pessoa que nunca teve esse trauma, se passa pela mesma circunstância, não vai se abater, pois estará confiante em sua capacidade, no máximo pensará que seu ofensor não está à altura de avaliá-lo. Por isso mesmo continuará tranqüilo.

          Quando a pessoa não tem traumas, age melhor com seu raciocínio, de modo mais objetivo, saber interpretar melhor as situações e tem melhor conceituação de valores. Por exemplo, a moça de pernas finas, se não for traumatizada, achará muito mais razoável e muito mais fácil aceitar sua condição e procurar um namorado que goste de suas pernas do jeito que são do que ficar lamentando-se por isso ou tentar, inutilmente, deixa-las mais grossas.

      Quando numa oração de cura interior ou numa terapia correta que impulsionam em determinada direção, eliminamos todas essas emoções retidas e fazemos essa limpeza no coração, tornamo-nos livres, dispostos, saudáveis.   

          Não tendo emoções retidas que o impulsionam em determinada direção, a pessoa agirá de acordo com o que pensa, pois está em equilíbrio… o inconsciente não irá trabalhar contra o consciente. Quando isso acontece, a pessoa tem tranqüilidade para superar os desafios que vão surgindo e é capaz de curar seu coração das pequenas coisas que acontecem em seu cotidiano.

         O que não se pode é assumir uma atitude pessimista diante da vida. Os problemas realmente existem, mas a grande maioria deles são bem maiores exatamente porque não temos a coragem de ser como as fênix, que aprenderam a ressurgir das cinzas.

Os obstáculos se afastam para deixar passar todo aquele que sabe para onde vai.

Fonte.: Gabriel Chalita – http://www.cancaonova.com

Vida em comunidade, caminho de santificação

Posted in Formação on 19/12/2007 by Juliana

         comu.jpg                                                                                                              Exerçam, portanto, este zelo com amor ferventíssimo, isto é, antecipem-se uns aos outros em honra. Tolerem-se pacientíssimamente suas fraquezas, quer do corpo, quer do caráter ” RB 72, 3-12

         Conviver com outras pessoas mostra mais as minhas próprias deficiências do que a dos outros. Nas relações humanas aprendo que a teoria não substitui o amor. É fácil falar sobre o amor de Deus, outra coisa é praticá-lo. Mas dessa forma as relações me santificam.
       Todos somos diferentes, pensamos e agimos de formas diferentes! É muito mais fácil enxergar os defeitos nos outros do que em mim mesmo. Reconhecer minhas limitações e fraquezas me torna frágil, vulnerável.
       É justamente isso que acontece na vida comunitária. Ao nos confrontarmos com o outro, nosso verdadeiro “Eu” começa a aparecer, nossas fraquezas e limitações. Eu vejo no outro e o outro vê em mim! Muitas vezes nada mais é do que o reflexo do meu próprio eu!
        A arrogância, o orgulho que vejo no outro estão também em mim, porém, é mais fácil ver o cisco no olho do irmão, do que a trave que está no meu. Contudo, se pararmos para pensar, Deus usa dessas deficiências, dessas diferenças para nossa santificação!
         Gosto de pensar que na vida comunitária só não se torna santo quem não quer, afinal, oportunidades nós temos a cada instante.
            Nem sempre concordaremos com tudo, às vezes seremos injustiçados, humilhados, ofendidos, mas em todas estas situações desgostosas teremos a chance de nos santificarmos um pouco mais. É um desafio… Se sofrermos amando, mesmo injustiçados!
          E se você perguntasse: O que Jesus faria no meu lugar? Será que a atitude de Jesus seria a mesma ou seria diferente?
Em fim, todos somos chamados a viver em comunidade, a nos relacionarmos com as pessoas e, todos somos chamados à santidade!
      “Em comunidade trabalhamos em prol da nossa união com Deus, com os demais e conosco mesmo. É em comunidade que conseguiremos saber quem realmente somos. De que maneira aprenderemos, como país, a escutar os clamores dos que morrem de fome na Etiópia, dos analfabetos da África?” Joan D.Chittister, OSB.

         O que acontecerá, neste tempo, com uma nação que carece do sentido de comunidade? O que acontecerá ao nosso planeta? O aviso dos sábios é bem claro!
“Dizem os vietnamitas: No inferno as pessoas têm palitos para comer, mas eles medem quase um metro e assim não podem trazer o alimento até a boca. No céu os palitos são do mesmo comprimento, mas lá, as pessoas alimentam uma às outras. A comunidade é nossa única opção!”
             Seja como for, na família, na paróquia ou no trabalho, vivemos em comunidade e precisamos aprender a interagir de forma sadia, pois se fugirmos deste relacionamento, corremos o risco de nos isolarmos, de cairmos no egocentrismo, de nos tornarmos pessoas solitárias e azedas, achando que o mundo se resume apenas a nós mesmos e, que não há vida além dos muros que construímos em torno de nós mesmos.
 “Nenhum ser humano é uma ilha em si mesmo” John Donne.
            Sempre precisaremos do outro. Sempre precisaremos de amor e, só recebemos à medida que damos. O amor só é amor quando nos leva para o outro!
         Fugindo da vida comunitária, estamos fugindo de nós mesmos, da nossa verdade! Eu particularmente penso, que só comecei a me conhecer a partir do momento que assumi a vida em comunidade. Ali, eu percebi minhas limitações, deficiências, dons, qualidades.

É em comunidade que Deus me forma e me santifica.Pense Nisso!

 

Deus abençoe

Estou Pronto agora!!

Posted in Formação on 19/12/2007 by Juliana
relogio.jpgO capitão de um navio, que estava de saída, dirigia-se apressado para o porto. Estava muito frio… Diante da vitrine do restaurante, ele viu um menino quase maltrapilho, de braços cruzados e meio trêmulo.
– “O que está fazendo aí, meu pequeno?” – disse-lhe o capitão.
– “Estou só olhando quanta coisa gostosa tem aí para comer…”
– “Tenho bem pouco tempo antes da partida do navio. Se você estivesse arrumadinho, eu o levaria para que comesse algumas dessas coisas saborosas”.
O garoto, faminto e animado pelo fio de esperança de que aquele homem lhe ajudaria, passou a mãozinha sobre os cabelos em desalinho e falou:
– “Estou pronto agora!” Comovido, o capitão o levou como estava ao restaurante, fazendo com que lhe servissem uma boa refeição. E enquanto o garoto comia, perguntou-lhe:
– “Diga-me uma coisa: onde está sua mãe, meu pequeno?”
– “Ela foi para o céu quando eu tinha apenas quatro anos de idade” – Disse o menino sem entender ainda a vida.
– “E você ficou só com seu pai? Onde está ele agora? Onde ele trabalha?”
– “Nunca mais vi meu pai desde que minha mãe partiu…”
– “Mas, então, quem toma conta de você?”
Com um jeitinho resignado, o menino respondeu:
– “Quando minha mãe estava doente, ela disse que Deus tomaria conta de mim.
Ela ainda me ensinou a pedir isso todos os dias a Ele”.
O capitão, cheio de compaixão, acrescentou:
– “Se você estivesse limpo e arrumadinho eu o levaria para o navio e cuidaria de você com muita alegria”.
Novamente, o menino, alisando os cabelos sujos e malcuidados, voltou a repetir a mesma expressão:
– “Capitão, estou pronto agora!”
Vendo-o assim quase suplicante, aquele capitão levou o menino para o navio, onde o apresentou aos marinheiros e imediatos, dizendo:
– “Ele será o meu ajudante e será sempre chamado de ‘Pronto, agora’”.
Ali o garoto recebeu tudo o que carecia e as coisas transcorriam, aparentemente, bem. Até que um dia o garoto amanheceu febril. Foi medicado, mas a febre não cedia. Vendo-o piorar, o capitão, aflito, dirigiu-se ao médico:
– “Procure salvá-lo, doutor. Não posso perdê-lo!”
O médico fez tudo o que pôde, mas em vão.
Na tarde seguinte, o menino, chamando o capitão, lhe falou:
– “Eu o amo tanto! Você foi bom para mim. Gostei de estar aqui, mas ainda será melhor no céu. Eu estou pronto agora, vou me encontrar com o Papai do Céu, que também me ama”.
– “Sim, filho, tenho pensado nisso, e continuarei pensando… Mas quando?”
Segurando as mãos do menino, com lágrimas nos olhos, o capitão ouviu-o dizer pela última vez:
– “Estou pronto agora!”O garotinho, a quem o texto se refere, certamente estava preparado… Sua vida de miséria não havia corrompido sua esperança e sua fé.
Mas e nós?? será que estamos prontos para o Grande Encontro ?

Atenção, Atenção,Atenção

Posted in Formação on 19/12/2007 by Juliana

atencao.jpgNão somos o centro do universo, e há muita coisa à aprender com os outros, em cada etapa da nossa vida. Aprendemos que nunca chegaremos, estamos sempre chegando e que isto está certo!
Somos seres humanos em constante formação, sempre se aperfeiçoando, sempre sendo modelados pelas mãos do Divino Oleiro.
Mas é preciso abertura de nossa parte, é preciso que entendamos que o mundo em que vivemos nos influência e nós influenciamos o mundo em que vivemos.
Nossas atitudes boas ou ruins terão reflexos, reações em nós e no meio em que vivemos.
Não devemos passar nossas vidas dizendo aos outros como devem viver, devemos viver a nossa vida de maneira irrepreensível, seremos julgados por nós mesmos, pelas nossas atitudes e não pelas atitudes dos outros. É preciso mais atenção ao que fazemos, a forma como vivemos!Hoje em dia vivemos numa sociedade desatenta.
Bombeamos poluição para o céu e perguntamos por quê da crescente incidência de câncer nos pulmões. Fazemos da terra e do céu um grande depósito de lixo e nos perguntamos por que muitas espécies de animais estão em extinção, as florestas desaparecendo e a camada de ozônio se deteriorando.
Somos um povo com falta de atenção.
Estamos num processo constante de formação, devemos aprender a gastar bem nosso tempo, termos o cuidado de não confundir nossos desejos com nossas necessidades, e de tratarmos o mundo e tudo o que há nele como sagrado.
Só assim passaríamos a ter o devido respeito pelas coisas e principalmente pelas pessoas.

“Um dia um viajante pediu ao Mestre uma palavra de sabedoria que o guiasse pelo resto da viagem.
O Mestre anuiu afavelmente mas como era um dia de silêncio, tomou uma folha de papel e nela escreveu uma única palavra: “Atenção”.
O viajante ficou perplexo e disse:
“Atenção? Mas é muito pouco. Não poderia aumentar um pouquinho?”
Então o Mestre pegou de novo o papel e escreveu: “Atenção, atenção, atenção.”
“Mas que significa esta palavra?”, perguntou o viajante.
O Mestre tomou o papel e escreveu clara e firmemente: “Atenção, atenção, atenção significa…Atenção!”

Na vida a atenção ao sagrado é que mantém nosso mundo unido, e a falta de atenção e de cuidado é o que o separa.” (Joan D.Chittister, Osb

Ser Autêntico!!

Posted in Formação on 18/12/2007 by Juliana

materia0904072.jpg Percebi que algumas pessoas passam pela vida se camuflando, fazemos de conta que nos conhecemos e que somos o que mostramos, mas não somos assim…
Às vezes, ensenamos tão bem, que nós próprios acabamos por acreditar na mentira que nós mesmos criamos, e o engraçado disso tudo, é que os únicos prejudicados com esse mundo de cenários, somos nós!
          A mentira não se torna verdade, nós é que corremos o risco de passarmos a acreditar na mentira, por isso tantas pessoas não sabem ao certo quem são de verdade, porque inventaram um personagem, um cenário e vivem esse faz de conta.
          É preciso buscarmos a nossa verdade, nossa essência, e só vamos achá-la quando permitirmos nos dispor de nós mesmos, das nossas fraquezas, e permitir que Deus trabalhe em nós, naquilo que somos e nos trazer para fora, revelar a nossa verdade. Quando Deus entra não há espaço para mentiras, o Senhor mesmo disse: “A verdade vos libertará”.
         Está na hora de sermos autênticos, de deixar Deus trazer aquilo que somos para fora. Não tenha medo de ser quem você é, tenha medo de camuflar a beleza daquilo que Deus criou. Estamos num tempo de buscarmos a conversão, de sermos cristãos autênticos, e não de cenários, mostramos a beleza da obra de arte que Deus criou e não de camuflar essa beleza.
        Às vezes carregamos um fardo pesado demais, por querer ser aquilo que de fato não somos. Não podemos passar a vida toda ensenando, como se a vida fosse um espetáculo de teatro, porque se fizermos isso, no fim do espetáculo corremos o risco dos aplausos não serem para a vida.
        Deus nos criou cada um com suas particularidades, ninguém é igual, nem aqueles que nasceram gêmeos são totalmente iguais, suas digitais, sua identidades, a essência, são diferentes.
Isso porque Deus nos criou para sermos autênticos, verdadeiros, únicos, está na hora de sermos o que Deus nos criou para sermos e não aquilo que nós inventamos, às vezes até para “facilitar” nosso mundinho de faz de contas.

Deixe Deus entrar e te trazer para fora, deixe Deus revelar a tua essência, só serás plenamente feliz, quando aceitares e te tornares aquilo que Deus te criou para ser.

Advento é tempo de conversão, comece sendo quem você realmente é!
Santo e Feliz advento!